quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Cromático

Percebendo o sinal verde, ele avançou. Papo vai, papo vem, ambos se derretendo publicamente, tudo bem encaminhado – tudo azul. Mas aí, a coisa ficou preta quando a esposa dele entrou pela porta do bar, interrompendo o colorido “happy hour”. Ele ficou branco de susto, ela, roxa de raiva. Com um sorriso amarelo, apresentou sua mulher à colega de trabalho, que, vermelha de vergonha, se desculpou alegando não saber que ele era casado. E foi assim que aquele mundo cor-de-rosa começou a desabar.

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